Plano de voo e aerolevantamento
A cidade é sobrevoada por RPA com plano de voo próprio e apoio de campo. É o passo que exige a inscrição categoria “A” no Ministério da Defesa — e é dele que sai toda a precisão do resto.
A Atta’M Engenharia e Aerolevantamento sobrevoa a cidade, atualiza a base cartográfica e regulariza o cadastro imobiliário do município — imóvel por imóvel, com a área medida sobre a ortofoto. O resultado não morre num arquivo: fica vivo no SaaS ATTAMGEO, o sistema que a prefeitura opera direto no navegador.





O desafio das prefeituras
Boa parte da base tributária de um município está, literalmente, fora do mapa — e cada imóvel fora do mapa é receita que a cidade deixa de arrecadar e serviço que ela deixa de planejar.
Fichas em pasta, planilhas soltas e croquis de gaveta. Ninguém sabe ao certo o que existe, onde está e desde quando.
Construções novas, ampliações e edículas que nunca entraram no lançamento. A cidade cresce enquanto a base encolhe.
Vistoria de campo cara e lenta, sem imagem que sustente a notificação nem memória de cálculo para mostrar ao contribuinte.
Tributos de um lado, obras de outro, cemitério num caderno. Sem mapa único, cada setor decide com um retrato diferente da cidade.
A conta que não fecha
Ilustração de como o ATTAMGEO apresenta a diferença. A tolerância que separa o regular do irregular é definida por cada município, em m² ou em percentual.
Onde atuamos
A Atta’M nasceu em Tatuí — SP e hoje atende prefeituras e empresas em vários estados — dezenas de cidades com a base cartográfica refeita e centenas de milhares de unidades imobiliárias cadastradas.
Atender fora do estado não mudou o jeito de trabalhar: a equipe é própria, o voo é executado por nós e a implantação é presencial, sentando com o pessoal do cadastro e dos tributos. Depois que a cidade entra no ar, o contato continua sendo com quem levantou o município — e não com uma central de atendimento.
O carro-chefe
Sete etapas que transformam uma base cadastral desatualizada num cadastro técnico multifinalitário confiável — e que continua confiável depois que a gente vai embora.
A cidade é sobrevoada por RPA com plano de voo próprio e apoio de campo. É o passo que exige a inscrição categoria “A” no Ministério da Defesa — e é dele que sai toda a precisão do resto.
As imagens viram uma ortofoto de alta resolução — a fotografia da cidade corrigida geometricamente, onde cada pixel tem coordenada e cada medida sobre ela vale como medida em campo.
Sobre a ortofoto, desenhamos o que existe: o contorno de cada lote e de cada benfeitoria — construção, sobrado, piscina e edícula —, com área e perímetro calculados de forma geodésica, em metros.
A equipe percorre a cidade registrando fachadas em 360°. A foto entra no sistema já vinculada ao lote pelo GPS da imagem — e o fiscal passa a conferir o imóvel sem sair da mesa.
O ATTAMGEO confronta a área construída medida na imagem com a área que consta no cadastro. Passou da tolerância definida pelo município, o imóvel é sinalizado — com a diferença em m² e a prova na tela.
A notificação sai numerada, com foto aérea, polígono do imóvel e memória de cálculo. Um QR Code leva o contribuinte a contestar pela internet, anexar documento e acompanhar o protocolo — sem fila no balcão.
Terminado o recadastramento, a prefeitura não volta para a planilha. A cidade fica no ar, no endereço dela, e segue recebendo alteração, Planta Genérica de Valores, transmissão ao SINTER e os demais módulos.
Por que compensa
Regularizar o cadastro não cria tributo nem mexe em alíquota — corrige aquilo sobre o que o tributo já incide. O efeito aparece na receita própria, mas começa em algo mais simples: parar de cobrar diferente de quem está na mesma situação.
IPTU e ITBI passam a ser lançados sobre a área que existe, não sobre a que foi declarada há vinte anos. Sem criar imposto novo e sem mexer em alíquota: só corrigindo a base.
Quem declarou a construção certa hoje paga a conta de quem não declarou. Regularizar o cadastro é, antes de arrecadação, tratar contribuinte igual de forma igual.
Saber onde a cidade efetivamente cresceu é o que dimensiona coleta, iluminação, escola e posto de saúde — e o que sustenta pedido de recurso junto ao estado e à União.
Notificação com foto aérea, polígono e memória de cálculo se sustenta na impugnação. O contribuinte enxerga a mesma medida que a prefeitura — e contesta pelo sistema, com prazo e protocolo.